2021

sábado, 19 de junho de 2021

Conto Publicado: Pois essa fogueira já queimou o meu amor



 
Nesse mês a Maçã do Amor, uma revista literária voltada para contos românticos, publicou um novo conto meu: Pois essa fogueira já queimou o meu amor

Como o nome já entrega, esse é um conto para a edição especial junina da revista e traz como foco, claro, o relacionamento romântico entre duas personagens!
Congelei ao ouvir o meu nome. Congelei ainda mais quando ela sorriu de verdade, apertando  os  olhinhos  escuros  em  um  gesto  de  satisfação. Não ouvi a música mudar. Ouvi apenas quando ela repetiu meu nome em um convite, apontando para o altar em que deveríamos subir.
O conto é tramado em dois pontos de vista diferentes: Gabriela e Flor tomam turnos em explicar a situação e desenrolar o romance que se passa na noite de São João


Você encontra o conto gratuitamente pelo site da Maçã do Amor ou clicando aqui



domingo, 4 de abril de 2021

Conto publicado: [Logout]: Digital Tesla


 

Continuando a postagem anterior, Logout: Digital Tesla foi meu segundo conto publicado na antologia Alma Artificial: histórias de homens e máquinas da Editora Cartola!

Nesse conto expando um tanto mais o cenário da Colônia 13, revendo a participação de Barganha e Ziggy para dar um pouco mais de espaço para Digila — uma jovem com receptores artificiais que atua como a "antena" da Colônia.

Em "Logout: Digital Tesla" acompanhamos a protagonista em sua missão em busca do Inibidor, uma peça que permitiria sua tão ansiada desconexão com a rede da Necrópole.
Ganância, era por isso que estava ali. Subir, subir mais, escalar na selvageria daquela sociedade de máquinas. Digila tentou focar, o emissor já em suas mãos. Uma bala, as pernas tremiam. Não sabia exatamente o que era seu e o que vinha de fora. Conectara-se, enfim, à imensa rede da colônia, convergindo todo tipo de pensamento que habitava aquele prédio. Um lance, dois lances, um tiro. A bala passou de raspão. Tremia.
O conto é tramado em um misto de ação, aventura e fluxos oscilantes de consciência entre Digila e os outros habitantes da Colônia. O mundo de neon e estampas extravagantes ganha espaço nessa segunda narrativa, deixando um pouco da Necrópole para tratar dos luxuosos cassinos da superfície.

Você encontra a coletânea à venda pelo site da Editora Cartola ou pela Amazon.



Conto publicado: Doze Mil Chips


 
E, pela segunda vez, tenho contos publicados pela Editora Cartola!
No final de 2020 fui surpreendida pela notícia de que tinha tido não apenas um, mas dois contos selecionados para a coletânea de ficção científica Alma Artificial.

O tema da vez era "Robôs, androides e tudo o que há de artificial no mundo da ficção científica" e eu decidi me inscrever com dois contos diferentes sobre a Colônia 13, um dos meus mundos ficcionais voltados para a estética Cyberpunk.

Em "Doze Mil Chips" apresento Ziggy e Barganha, dois mercenários da colônia que acabam se envolvendo com Radical Jack, um hacker super procurado pelos sistemas de controle da superfície.
  
Ziggy tocou na lateral do pescoço e esperou a transmissão. Piscou algumas vezes, sentindo alterações visuais. Antes de sair, trocara a pupila defeituosa por um modulador de visão noturna, mas a peça insistia em girar no soquete ocular, distorcendo a imagem final. — Barganha, descreva o cenário.
O conto foca em ação e aventura, introduzindo a dinâmica da colônia e sua relação com a Necrópole — a cidade inferior. Doze Mil Chips é a oferta para que dois mercenários desvendem as intenções da quimera de Jack e explorem os limites de seus corpos mecanicamente modificados.

Você encontra a coletânea à venda pelo site da Editora Cartola ou pela Amazon.