2022

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Artigo Publicado: The Crisscrossing of Time in Spenser’s Amoretti LXXV and Shakespeare’s Sonnet XVIII


 
 
Nesse mês a edição do Indonesian Journal of English Language Studies (IJELS) conta com um artigo meu: The Crisscrossing of Time in Spenser’s Amoretti LXXV and Shakespeare’s Sonnet XVIII, resultado de uma atividade desenvolvida em classe durante a disciplina de Poesia Inglesa na UFMG.
RESUMO: Time is a prevalent motif in Elizabethan love sonnets, presenting itself not only as natural force to be reckoned, but also as an oppositional element in humanity’s constant search for immortality. Through the analysis of both Edmund Spenser’s Amoretti LXXV and William Shakespeare’s Sonnet XVIII I intend to explore, compare and contrast the representations of Time in their verses as well as the poets’ promises of immortality through their own writings. Drawing from Horace’s Odes and Ovid’s Metamorphoses as referential works in the discussion of Time in poetry, I will highlight how the struggle to survive the natural passage of time and its corrosive effects while having art as medium may have inspired both Spenser and Shakespeare’s efforts into building their own metonymical pieces of art. Through this work I hope to delve further into the motif of Time as a force that opposes the logic of stability and immutability often proposed by an art that promises the immortalization of one’s love interest.

 Palavras-chave: English poetry, Edmund Spenser, Sonnet, time, William Shakespeare

 O artigo pretende expandir a leitura do tempo nos sonetos de Edmund Spenser e William Shakespeare, trazendo intertextualidade não só entre as peças selecionadas, mas também entre outras produções referenciais para os poetas da era Elizabetana.

Você encontra o artigo gratuitamente pelos links: Clique aqui para baixar o artigo ou Clique aqui para conferir no site da revista

Como citar o artigo: ARAÚJO, Laura Ribeiro. The Crisscrossing of Time in Spenser’s Amoretti LXXV and Shakespeare’s Sonnet XVIII. Indonesian Journal of English Language Studies (IJELS), 2022, Vol.8, n.2, p.10-18. DOI: https://doi.org/10.24071/ijels.v8i2.4911



quarta-feira, 27 de julho de 2022

[Pôster] Desenhando com o Lápis de Malala: Propostas de abordagem crítica na sala de aula de inglês a partir de mediação literária


 

No dia 26 de julho de 2022 apresentei meu trabalho "Desenhando com o Lápis de Malala: propostas de abordagem crítica na sala de aula de inglês a partir de mediação literária" no III CIELIN / JILAC na modalidade pôster digital.

Foi minha primeira vez apresentando um pôster digital em evento (apresentei um pôster impresso no passado, ainda na primeira graduação), e confesso que foi bem mais tranquilo do que eu imaginava. Primeiro, disponibilizamos o pôster em um link do Padlet e, no dia do evento, comparecemos às salas e tivemos por volta de 5 minutos para falar sobre nosso trabalho. Não houve tempo para perguntas e discussão para além de alguns comentários gerais. Ao final tiramos uma foto:

Confira abaixo o pôster completo:

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Capítulo publicado: Fazer fanfiction no pós-digital: do derivativo ao arcôntico e os novos usos pedagógicos do gênero



Nesse mês a Editora Diálogos lançou o livro "Narrativas Interativas Contemporâneas" que conta com um artigo meu: Fazer fanfiction no pós-digital: do derivativo ao arcôntico e os novos usos pedagógicos do gênero. 
 
O artigo é resultado de uma longa pesquisa em práticas derivativas de fãs que comecei ainda quando na graduação em Comunicação Social. Espero que o artigo sirva como atualização dos conceitos de fanfiction que hoje circulam na pesquisa aqui no Brasil.
RESUMO: Os novos modos de fazer ficção encontram cada vez mais recursos para compor o argumento narrativo, expandindo a estrutura textual mais ou menos analógica das primeiras fanfics e incorporando elementos semióticos contemporâneos ao pós-digital. Conhecer e entender como essas ficções autorais de fãs surgem e se multiplicam pelas redes é uma oportunidade de explorar não apenas os discursos de autorrepresentação, os novos modos de manipulação de gêneros digitais e literários, os fluxos de convergência e comunicação da nova era, as relações de consumo e produção autoral e a construção de performances de identidades virtuais, mas também de acessar novos fazeres pedagógicos e representativos de grupos que, voluntariamente, promovem ambientes de consumo e reflexão crítica acerca de temas que, muitas vezes, não chegam ao mainstream da academia.

 Palavras-chave: Fanfiction, Cultura da Participação, Fanfiction na educação, Multimodalidade

Você pode baixar o artigo clicando aqui ou acessando o site da editora.

Referência: ARAÚJO, L.R.Fazer fanfiction no pós-digital: do derivativo ao arcôntico e os novos usos pedagógicos do gênero. In: SILVA, P. P.; LIMA, L.; ZUCOLOTTO, M. (orgs). Narrativas Interativas Contemporâneas. Tutóia, MA: Diálogos, 2022, p.13-31. DOI: http://dx.doi.org/10.52788/9786589932482.1-1

sábado, 21 de maio de 2022

Pôster: Reinterpretações Narrativas: cultura participativa na produção de fanfics em ambiente virtual


 

 
Em 2021 aconteceu a XXX Semana de Iniciação Científica da Universidade Federal de Minas Gerais e, à época, eu era orientanda de um projeto que propus logo no final de 2020. O objetivo era analisar algumas fanfics de determinado Fandom e então tirar conclusões sobre a representação das personagens protagonistas, quando escritas por mulheres.  

No final de cada ano a UFMG promove um evento em que todos os orientandos de Iniciação Científica precisam apresentar um cartaz e fazer uma apresentação do projeto.
 
Essa foi minha segunda vez apresentando cartas na Semana de Iniciação Científica e, pela primeira vez, meu trabalho foi nomeado destaque acadêmico do curso de Letras! 

Abaixo você confere uma versão protótipo do pôster, com informações pessoais ocultadas.


sexta-feira, 20 de maio de 2022

Artigo publicado: Rolando dados em Verona: RPG e motivação no ensino remoto de inglês


 
 
Nesse mês a edição da Revista Temática conta com um artigo meu: Rolando dados em Verona: RPG e motivação no ensino remoto de inglês, resultado da implementação do Role-Playing Game em um universo Shakespeareano como ferramenta de ensino e motivação no aprendizado de inglês como língua estrangeira.
RESUMO: O presente artigo é resultado de um trabalho de implementação do uso do Role-Playing Game como ferramenta motivacional no processo de ensino e aprendizado remoto de inglês como língua estrangeira. A partir das experiências de quatro estudantes pré-adolescentes em um curso de extensão universitária, os conceitos de motivação na sala de aula e as aplicações do RPG como ferramenta pedagógica são discutidos em um projeto de construção narrativa colaborativa ambientado no universo Shakespeareano de Romeu e Julieta. Trago, nesse texto, a descrição teórica e metodológica que deram corpo ao projeto a partir de uma abordagem de pesquisa-ação, e encerro com a discussão dos resultados positivos observados ao longo do semestre de implementação.

 Palavras-chave: RPG, Motivação, Ensino de Inglês, Romeu e Julieta 

 O artigo pretende apresentar e descrever esse processo de implementação do RPG na sala de aula, bem como avaliar o impacto do uso dessa alternativa para o engajamento dos alunos. No artigo você confere um passo a passo do processo de apresentação do universo Shakespeareano e sua consequente adaptação para o sistema de RPG utilizado em sala.

Você encontra o artigo gratuitamente pelos links: Clique aqui para baixar o artigo ou Clique aqui para conferir no site da revista

Como citar o artigo: ARAÚJO, Laura Ribeiro. Rolando dados em Verona: RPG e motivação no ensino remoto de inglês. Revista Temática, 2022, Vol.18, n.5, p.200-216. DOI: 10.22478/ufpb.1807-8931.2022v18n5.63034


quinta-feira, 12 de maio de 2022

Conto publicado: O resto é silêncio


 
 
Nesse mês meu conto "O resto é silêncio" foi publicado na coletânea "Ecos de Capitu" organizado como parte de uma disciplina na faculdade de Letras da UFMG e preparado pela Editora Abelhas.

O conto, produzido como tarefa de reinterpretação do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, pretende oferecer uma alternativa para a leitura de Capitu, garantindo-lhe não apenas voz, mas ponto de vista e espaço de expressão.
Cara leitora, não fosse o papel de protagonista que me fora forçadamente conferido, conceder-lhe-ia, de bom grado, a dura pena de narrar. Pergunto-lhe: a quem convém a re-experiência dos tormentos do seu último dia? Bastar-me-ia o humilhante decesso imposto em vida. Agora, em morte, afirmo: o prazer sádico de testemunhar a própria queda nunca apelou aos meus sentidos. Memórias Póstumas são para Brás Cubas, não para Maria Capitolina.
O conto pretende expandir os momentos finais de Capitu na trama, espelhando modos de narrar canônicos à obra original e entrecruzando referências literárias possíveis de serem encontradas na obra original.

Você encontra o conto gratuitamente clicando aqui